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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Stop

Quando estamos negociando um ativo na bolsa, temos que deixar de lado um inimigo muito conhecido e muito poderoso: o medo de perder. Por causa dele, muitos traders simplesmente não saem de posições perdidas por causa dele. Ficam observando seu dinheiro ir para o ralo na expectativa de uma volta do mercado. Por causa disso, fica ainda mais evidente a necessidade da utilização dos stops.
Para quem não sabe, é possível estabelecer um ponto de saída de uma poisição, tanto na perda quanto no ganho. Todo Home Broker que se preze vem com essa facilidade. Basta você estabelecer um preço para a atuação. Quando as negociações atingirem esse limite, uma ordem automática é disparada e enviada à bolsa.
Existem, basicamente, dois tipos de stops. O stop loss e o stop gain. O primeiro é para que o trader possa estabelecer o máximo de perda. Quando você compra uma ação e quer perder no máximo 2%, então você faz o cálculo para saber qual o valor dessa perda em reais e depois cadastra no Home Broker.
É necessário colocar dois valores. O primeiro é o ponto de disparo, apenas serve como gatilho, não representando o valor da ordem que será enviada. Portanto, esse valor precisa ser informado também. Por exemplo, comprou-se ação da Petrobras a R$ 30,00. O valor do stop deverá ser de 2%, ou R$ 0,60. Cadastramos R$ 29,40 para o disparo e R$ 29,38 para a ordem que será enviada.
Já o stop gain funciona de maneira inversa. Quando o ativo atinge um patamar que satisfaça nossa meta de lucro, uma ordem é enviada e vendemos o papel e colocamos o lucro no bolso. Esse é menos utilizado, pois pode limitar muito os ganhos, mas dependo da estratégia, pode ser usado. O gatilho é acionado quando as negociações superam o valor estipulado.
Devemos cadastrar o stop loss logo após a compra ser efetivada. Jamais devemos deixar de fazê-lo, pois a tentação de não vender um ativo com prejuízo é muito grande. Chega a ser incontrolável na maioria das vezes. E, pode-se ter uma certeza, nenhum valor é tão baixo que não possa ser superado, a não ser o zero. Mas aí já vai ser tarde demais.
Lógico que os stops têm inconvenientes. Algumas vezes acontece de o mercado chegar até o valor cadastrado, a ordem ser enviada, fechar o negócio, e depois ele volta a subir e você fica de fora. Por isso, muitos traders avaliam suas posições de stop não por porcentagem, mas pela análise de suportes. Não é uma tática infalível, mas dá maior proteção contra esse tipo de evento.
Uma coisa é certa, negociar sem stop, é como viajar em barco sem bote salva-vida. Se ele afundar, você vai junto e depois fica difícil voltar ao topo. Portanto, seja prudente e não fique desprotegido, use sempre um stop.










quinta-feira, 6 de maio de 2010

Aprender primeiro

O mundo de negociação na bolsa de valores pode levar muita gente a acreditar que é fácil ganhar dinheiro na especulação. Mas essa é uma tarefa difícil e requer muita leitura, constante atualização e o mais importante: treinar primeiro.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Google, Apple e MacDonald's ao alcance do seu bolso

O que você acha de se tornar sócio de grandes empresas mundiais? Gostou da ideia, mas acha que não é pro seu bolso? Melhor pensar de novo. A Bovespa anunciou que algumas das maiores empresas do mundo estarão ofertando suas ações aqui no Brasil. Isso será feito através de BDR (Brazilian Depositary Receipts), e as ações serão emitidas pelo banco alemão Deutsche Bank.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Qual minha ação.

A minha estratégia de momento na Bovespa é comprar e manter uma carteira. Já fiz compra e venda mais rotineiramente, mas percebi o quanto é difícil acertar os momentos do mercado. É claro que quando um período de baixa começa, seus lucros vão embora.

Nesse momento, você tem duas saídas: ou vende ou protege. No momento, estou utilizando a segunda opção. Para proteger sua carteira – também conhecido como hedge – pode-se usar Opções ou contratos futuros do Ibovespa.

Para saber mais sobre Opções você pode acessar vários sites sobre o assunto. No início parece complicado, mas depois de alguns exemplos e explicações mais detalhadas, consegue-se aprender e entender como negociá-las.

Para proteger a carteira, você também pode vender contratos futuros do Ibovespa. Para pequenos investidores, o mais recomendado é o mini-contrato. Exigem menos garantias e funcionam do mesmo jeito. Se o índice da bolsa cair, o que sempre acontece nos períodos de baixa do mercado, você embolsa os lucros dessa venda, comprando de volta quando o mercado sinalizar um reversão altista.

Claro que você vai precisar estudar mais sobre o assunto, além de consultar um bom operador e tirar sua dúvidas. Bons negócios.

Opções

Abaixo publico uma lista de sites que tratam de Opções. Uma boa maneira de incrementar sua receita mensal no mundo das ações.

Bertolo

Como comprar meias

BMFBovespa

Bastter

Nelogica

Banifinvest

Brincando de investir

O que acha de receber R$200.000,00 pra investir na bolsa? Acha bom? Então basta acessar o Folhainvest. Lá você vai preencher um cadastro e depois já pode começar a negociar na Bovespa. Claro, tudo de mentirinha.

Sem dúvida é uma boa oportunidade para testar suas estratégias, ou mesmo ter certeza se aprendeu todas as teorias sobre o mercado de ações. Tudo funciona com as cotações reais, e todas as suas ordens são processadas como se fossem reais. Apenas, não há dinheiro real envolvido.

Existem vários recursos, como start de compra, stop de venda, além de compras e vendas com preços estabelecidos ou a mercado.

Como se trata de um jogo, há alguns prêmios para os melhores do mês e do ano. Esses prêmios vão de cursos na Bovespa até viagens grátis. Não tenho a menor dúvida de que vale a pena conferir.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Análise Gráfica

Das duas vertentes de análise de investimento em ações, vou tratar aqui da gráfica. Sem dúvida a mais controversa, já que não há nenhum comprovação científica da sua eficácia. Entretanto, ela é muito difundida e pode ajudar muito o investidor na hora da decisão.

A máxima de um grafista é que não há nada além do gráfico. Tudo já está precificado nele, todas as notícias ou acontecimentos já estão presentes nele. Portanto, basta analisá-lo para decidir pela compra ou venda de um ativo.

Outro princípio é que os preços andam em tendências. E só existem três: de baixa, e alta e lateral. Muitos acham que os preços se movimentam mesmo de forma aleatória, sem tendências. Mas, basta olhar para um gráfico, e notar as tendências facilmente.

O terceiro princípio é que o futuro repete o passado. Os gráficos apresentam figuras que se repetem e indicam as tendências e suas reversões.

Sugiro a todos vocês que comecem com um curso sobre essa vertente. Pode ser muito gratificante e lucrativo esse estudo. Além de ser divertido, já que podemos descobrir um mundo que nem imaginávamos que existia.

Aqui tenho algumas sugestões de curso:

Página do Ricardo Borges.

Página do Dalton

Análise Gráfica x Análise Fundamentalista.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

comprar e vender ou manter? Eis a questão!

Se o investidor se decidir a negociar diretamente na bolsa, terá mais uma decisão a tomar: comprar e segurar ou comprar e vender com mais frequência. Talvez essa seja uma das mais importantes decisões no início dessa caminhada.
Não deve misturar as duas estratégias. A partir desse ponto vai se traçar o plano para fazer o dinheiro render. Devo dizer que há uma infinidade de tipo de negociação que se pode fazer na bolsa, mas essa primeira escolha é que vai delimitar as outras.
O maior desafio para quem decide negociar as ações da carteira com mais frequência é acertar os picos e fundos dos ativos. Geralmente acontece o contrário. O investidor compra próximo a um pico e depois, quando o preço cai, ele acaba ficando com o prejuízo, e o faz perto de um fundo, vendo o ativo voltar a preços maiores. É desalentador.
Ao se montar uma carteira e segurar os ativos, você estará acertando todas as altas do papel, mas também todas as baixas. Algumas ações que caíram depois do seu lançamento, ainda não retornaram a esse valor inicial. Quem comprou e segurou está amargando esse prejuízo por todo esse tempo.
O que fazer então? Para auxiliar nessa tomada de decisão existem dois tipos de análises: a fundamentalista e a grafista. A primeira estuda a situação financeira e econômica das empresas e suas expectativas para o futuro. O principal ponto é analisar os balanços e chegar a um valor intrínseco e justo para as ações da empresa. Existem vários índices utilizados, como preço/lucro, eles norteiam as decisões dos analistas em comprar ou não um papel, comparando esse valor justo com o atual negociado na bolsa.
Já a análise grafista não se importa com indicadores ou desempenho das empresas. Há apenas um elemento a ser considerado: o gráfico. Nele já estão precificadas todas as notícias e eventos que fazem os preços se movimentarem. Baseia-se em identificar formas e padrões ao longo do tempo e, a partir disso, tomar a decisão de comprar ou vender. Uma das principais formas analisadas nos gráficos são as linhas de resistência e suporte, pontos em que um determinado preço não é ultrapassado, tanto para cima como para baixo.
Sem dúvida essas duas análises merecem artigos separados, pois suas nuances são muitas e não caberiam aqui. Mas, já fica registrado esse primeiro passo que o investidor vai ter que dar e partir dele traçar seu caminho no mundo do mercado de ações. Ler e estudar é fundamental, senão é o mesmo que apostar em um cassino, e a banca não costuma perder.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Quebrando em casa

Muitos devem estar pensando: como faço para comprar as ações na bovespa? Já havia dito que necessariamente tem que ser através de uma corretora. Ela é que oferece aos clientes por quais maneiras irão receber as ordens.
A mais prática é o Home-broker, nome dado a um aplicativo em que o próprio cliente insere suas ordens de compra e venda. Cada corretora tem o seu e geralmente são parecidos e de fácil uso.


Acima, você pode ver a tela do Home-Broker – HB – que uso. Na tela principal está o grupo de ações escolhidas por mim para acompanhamento. Aparecem todas cotações, a melhor ordem de compra e a de venda e várias outras informações para a tomada de decisão.
Na parte esquerda da tela principal estão listados os tickers dos papéis. Trata-se de uma sigla escolhida para as ações. Por exemplo, Vale5 representa as ações preferenciais da minerado Vale. Petr4, as preferenciais da Petrobras.
Agora vou detalhar um pouco mais.


Essa tela está na parte inferior esquerda to HB. No campo ativo, você insere o ticker da ação que quer negociar. Vai aparecer o nome da empresa no campo ao lado. Os outros campos são:
·        Lote Min – número mínimo de ações que se pode comprar. Nesse caso do exemplo podemos negociar somente lotes cheios, de cem em cem. Para comprar um número menor, devemos usar o ticker fracionário, vale5F, e então podemos negociar quantidades não múltiplas de cem.
·        Mercado – Tipo de mercado em que se negocia. Existem dois: a vista e fracionário.
·        Quantidade: número de ações a negociar. Não se trata de colocar aqui número de lotes de cem ações e sim a quantidade delas.
·        Preço – o valor que se deseja pagar ou receber pelas ações.
·        Valor da ordem – é a multiplicação do preço pela quantidade.
·        Conta – algumas corretoras oferecem vários tipos de conta para o investidor. Aqui você escolherá qual usar.
·        Validade – data até a qual valerá a ordem.
·        Assinatura – senha do investidor.

Outra informação bem útil é por quanto os negociadores do mercado estão dispostos a negociar suas ações. Pode-se obtê-la no Book de ofertas.


Existem duas colunas: compra e venda. Na primeira linha vê-se qual a melhor oferta para venda de vale5, 44,36 reais. Se você enviar uma ordem de compra nesse valor ou superior para sua corretora, você fechará o negócio. E o próximo valor de 44,44 passará para a primeira linha. Isso, claro, se você comprar as 500 ações ofertadas. Caso compre menos que isso, apenas será feita a diminuição da quantidade na primeira linha.
O mesmo serve para a venda das ações. Se você quer vender suas ações, ao ofertá-las pr 44,35, melhor valor para compra, fechará o negócio.
O que muitos fazem é colocar uma ordem na fila e esperar que ela chegue ao topo para ser negociada.
Existem vários outros aspectos a se levar em consideração no uso do HB, passei apenas o básico, mas já se pode ter uma boa noção.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Corretoras


Como em outro post eu falei a respeito das corretoras, agora vou me ater um pouco a elas. Existem várias espalhadas pelo país. Uma pesquisa no google e logo aparecerão inúmeros sites. Particularmente, eu me cadastrei através de dicas de amigos. Pessoas que já tinham usado os serviços e que me recomendaram com bastante ênfase. Até agora não tenho do que me queixar.
A primeira foi a Geração Futuro. Trabalha basicamente com dois fundos: Geração FIA e Programado FIA. Todos os dois estão sempre no topos dos rankings de rentabilidade divulgados por revistas especializadas. O primeiro é pra quem tem mais capital, o investimento inicial e alto. Já o segundo, é indicado para qualquer investidor, com apenas cem reais já se pode começar a aplicação. Eles também trabalham com fundos de renda fixa e com o Tesouro Direto (em outro posto falo mais sobre isso).
A Geração trabalha apenas com fundo, por isso senti a necessidade de achar outra que trabalhasse com compra direta. Foi então que descobri a XP Investimentos. O diferencial que achei foi a facilidade de acesso aos corretor. Sempre que preciso ele está disponível com respostas e sugestões de investimento.
Também é oferecida uma gama de fundos. Comecei por um que tinha a mesma característica de renda fixa, entretanto, rendia em média 10% a mais que o CDI (balizador da renda fixa). Mas, quando a bolsa começou a mostrar vigor, logo migrei para um fundo de ações: o Financial. Sem dúvida um dos melhores em que já apliquei. Supera em muito o Ibovespa, cobra taxa de performance - 20% sobre o que superar o índice da bolsa paulista -, mas vale a pena pagar.
Pra quem gosta de corretagem mais barata existem várias que cobram de cinco a quinze reais por ordem (de compra ou venda), pra quem negocia pouco pode ser uma boa. Pesquisem por corretagem fixa ou variável pra saber mais.
Procurem falar com pessoas que já operam na bolsa para receber indicações de corretoras. Julgo ser uma das melhores formas de se obterem informações precisas sobre os serviços e, principalmente, sobre a satisfação.


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Entrar em ação 2: fundo ou compra direta?

Não é fácil a tomada de decisão de negociar em renda variável. Muitos não toleram perder dinheiro nem por um pequeno período. Quando veem suas economias ficando no vermelho, chegam a se desesperar e tiram tudo, ficando com o prejuízo. Mas, para aqueles que gostam de correr um pouco de risco é um mercado fascinante. E, logo, aparece uma dúvida: devo aplicar em fundos ou comprar as ações diretamente?


Entendo que aqui está uma questão de tempo. Os aplicadores geralmente têm um emprego ou uma atividade principal. Com isso, não possuem tempo suficiente para aprender como lidar com a compra de ações. Podem, é verdade, delegar a função para algum corretor, mas mesmo assim, a decisão da compra ou da venda sempre vai ser tomada pelo investidor. E o desconhecimento aqui se torna crucial.

Negociar diretamente na bolsa requer o que muitos chamam de timing. Saber a hora exata de comprar ou vender um papel é o que distingue os que terão sucesso dos outros. É uma tarefa difícil. A maioria dos investidores entra na fase da euforia, vão junto com a manada. Mas é justamente nessa fase que os sábios estão saindo e os preços vão cair. Vem então a fase do desespero e do prejuízo.

Entretanto, residem aqui as maiores oportunidades. As melhores chances para se conseguir abocanhar um grande filão, ou mesmo obter pequenos lucros no dia-a-dia, que farão a diferença no final do mês.

Você vai ter que dedicar bastante tempo aprendendo sobre as teorias grafistas, saber ler seus significados e padrões de comportamento. Os gráficos são os melhores aliados nesse momento. Eles indicam a melhor hora para se negociar um papel, sendo uma grande ferramenta para o investidor. Pode-se encontrar material farto sobre esse assunto na internet.

Já para aqueles que querem algo mais calmo, mais tranquilo, sem dúvida os fundos são o melhor caminho. São geridos por pessoas com profundo conhecimento do assunto e possuem equipes de análises e buscam sempre comprar ações das melhores empresas. Para prestar esse serviço, cobram uma taxa anual, descontada todo mês do patrimônio líquido do fundo. Fica em torno de 2 a 4%, portanto, uma pesquisa aqui é recomendada.

A grande diferença entre o fundo e a compra direta é que na primeira opção você poderá investir em muitas empresas. Os fundos sempre buscam diversificar para conseguir uma melhor performance. Quando você negocia diretamente as ações com a mesma quantia que faria em um fundo terá menos papéis na sua carteira. Por que isso ocorre?

No fundo você adquire cotas e não propriamente as ações das empresas. Por isso pode começar a investir até com R$ 100,00. Na compra direta você precisa começar pelo menos com R$ 3000,00.

Existem várias outras considerações para se levar em conta na hora dessa escolha. E, lógico, uma não exclui a outra. Se tiver capital suficiente pode testar as duas opções e ver qual melhor se enquadra no seu perfil. Hora de arregaçar as mangas e começar o trabalho, mas não se desespere sempre haverá oportunidades na bolsa, não importa o momento em que você entra e sim as boas escolhas que fizer. Boa sorte!

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Entrar em ação

Muita gente tem medo quando se fala em mercado de ações. Mas não é um mundo muito complicado. É arriscado, sim, mas também muito promissor. Para dar seus primeiros passos, é necessário aprender as definições ou os jargões mais usados.
O que é uma ação? Toda ação é parte integrante de uma empresa. Quem a adquire se torna sócio dessa empresa, e com isso tem certos direitos, como, por exemplo, receber parte dos lucros. Claro que essa não é a única forma de se ganhar. Como existem pessoas dispostas a comprar os papéis (outro nome para ação), ganha-se quando vendemos por um valor maior que aquele da compra.
Para entrar nesse mercado precisamos de uma corretora. Essas são as únicas entidades que podem negociar na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo). É bastante simples, basta fazer um cadastro e enviar a documentação pedida. Será disponibilizada uma senha com a qual se podem fazer as compras e vendas.
Aqui começa a pesquisa. Cada corretora tem uma taxa de corretagem diferente. Muitos acham que não faz a menor diferença, mas depende da quantia negociada. Um bom quinhão do seu lucro pode ficar retido pela corretora. Google é um grande parceiro nessa hora. Uma boa dica é conversar com alguém que já opere na bolsa, será de grande valia cada informação adquirida.
Agora, é hora de estudar as empresas. Procurar informações sobre o desempenho e a confiança que elas possuem. As chamadas blue chips (ações mais negociadas na bolsa) são as mais recomendadas, mas as pequenas são muito atrativas pelo seu potencial de crescimento. Em 2009 elas foram as grandes atrações do mercado brasileiro.
Ler muito sobre o tema faz uma grande diferença. Os axiomas de Zurique é um grande livro, quase obrigatório. No Brasil existe uma bibliografia extensa e a Internet pode dar uma grande ajuda nesse processo. Vale a pena acionar o filtro, tem muita coisa ruim também.
Pode-se aplicar em um fundo de ações. Essa opção é recomendada para aqueles que não têm tempo e nem querem se dedicar a vasculhar as empresas em busca daquelas que irão compor a carteira (grupo de ações compradas). Todas as corretoras trabalham com fundos. Neles você adquire uma cota – que não é uma ação – e cada cota tem um valor, basta multiplicar os dois componentes para se saber a posição em reais. Em outro post irei detalhar mais as diferenças entre comprar ações e entrar em um fundo.
Até aqui já se tem um bom trabalho, mas muito interessante também. Cada vez mais pessoas físicas estão descobrindo o mundo das ações e isso é muito bom, pois melhora a liquidez dos papéis. Se você ainda não faz parte, não perca tempo.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Ibovespa


O Ibovespa deve fechar o ano acima dos 60 mil pontos. Depois de atingir, há um ano, o fundo de 29 mil, as ações ganharam força e subiram quase na vertical, praticamente perfazendo um aumento de 100%.

Para aqueles que retiraram o dinheiro naquela época, agora estão amargando um remorso enorme ao ver esses índices. Aqueles que acreditaram na recuperação estão satisfeitos, não mais que aqueles que conseguiram comprar e iniciaram suas aplicações no mercado variável. Esses últimos, sim, estão rindo a toa.

Para quem apenas acompanha e não teve a coragem suficiente ou a frieza para absorver prejuízos, agora terá uma nova oportunidade para arriscar. A maioria das previsões coloca o Ibovespa na casa dos 80 mil pontos no final de 2010. Mas, realmente há razões para esse otimismo?

Bem, ano que vem têm eleições. Um dado que poderia assustar bastante. Mas, a julgar pelos pré-candidatos, não há muitas possibilidades, nem intenção, de mudar a política econômica começada com o Plano Real. Essa estabilidade vem atraindo o capital estrangeiro, principal motor da bolsa paulista.

O nosso mercado continua aquecido e o mundo começa a dar sinais de retomar o rumo que perdeu com a crise internacional. Mercados emergentes estão voltando às compras, e isso é muito positivo para nossas empresas. As descobertas de petróleo também ajudam a projetar ganhos para os próximos anos. Portanto, há vários fatores positivos para acreditarmos nessa ascenção.

Resta agora ao investidor pesquisar todas as formas de investimentos disponíveis e escolher aquela que melhor se adequa ao seu perfil. Sempre tem-se que ter em mente que o melhor investimento é aquele que traz confiança e sossego, de nada adianta aplicar dinheiro em fundos de risco e depois ficar perdendo noites de sono quando os números negativos aparecerem. Tranquilidade é o norte.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Fundos imobiliários

Sempre ouvimos dos mais velhos que imóvel é o investimento mais seguro. Naquele tempo, ele realmente era um porto seguro. Mas hoje as cicurstâncias são outras. Com a estabilidade da moeda, os imóveis podem até não ser competitivos comparados com algumas modalidades.
Quem decide por adquirir um imóvel para lucrar com aluguel, pode até ver esse rendimento ficar aquém da inflação. Isso ocorre principalmente onde o preço de aquisição for elevado. Quem decide ir por esse caminho, melhor que o faça com imóveis comerciais, pois são mais baratos e o aluguel, geralmente, é mais elevado.
Uma boa estratégia são os leilões ou compra de carta de créditos de consórcios. Aqui consegue-se um bom desconto na aquisição e uma revenda se mostra um bom negócio.
Quem quer viver de renda com imóveis, vale a pena dar uma conferida nos fundos imobiliários. Mesmo aqueles que não dispõem de uma quantia elevada podem entrar nessa negociação. Aqui, não se adquire todo o imóvel, mas apenas uma fatia dele, chamada cota.
Essa mesma cota pode ser negociada na Bovespa, já que o fundo não recompra a parte do investidor, por ser um fundo fechado. Mas, em alguns deles a liquidez é muito boa. Existem hoje vários fundos desse tipo. O melhor é conseguir comprar quando do lançamento, pois a cota está com valor mais baixo e rentabilidade dela será maior.
Todos os imóveis que fazem parte do fundo são alugados e é esse valor que se rateia entre os cotistas. Chega a dar de 0,8 a 1% de rendimento, e o melhor: não é cobrado imposto de renda.
Várias corretoras já estão negociando os fundos imobiliários. Uma rápida consulta na internet e podemos encontrar vários sites que tratam do assunto. Portanto, mãos-a-obra.

terça-feira, 26 de maio de 2009

O que é?

Todo iniciante nessa área tem muitos motivos para ter dúvida, afinal temos hoje uma penca de opções para investimento. Mas, vejo que a primeira coisa que se deve saber é realmente o que é investir.
Todo investimento pressupõe que a pessoa obtenha renda através dele. Por isso tudo aquilo em que você coloca seu dinheiro, e este não lhe traz nenhuma renda não pode ser cosiderado investimento. Por exemplo, ao comprar a casa onde você vai morar, você não está investindo. Nenhuma renda vai ser auferida desse patrimônio adquirido. Claro, que o fato de se adquirir a casa própria é um sonho, uma necessidade, mas sempre será um fim. Comprar algo só porque está mais barato e você "precisa" adiquirir aquele bem, tão pouco é investir. Isso é apenas uma redução de despesa, que é, certamente, o caminho para ter mais dinheiro sobrando e alocá-lo em algo rentável.
Esse é sem dúvida o primeiro conceito a ser firmado na mente, o primeiro passo nessa longa jornada rumo à independência financeira.

domingo, 3 de maio de 2009

Investimentos

Muita gente me pergunta sobre investimentos. Por isso estou criando essa seção. Aqui vou explicitar o que tenho feito nesse área. Já deixo de antemão o seguinte conselho: invista sempre naquilo que o faça sentir feliz e tranquilo. Não importa se você poderia ganhar mais de outra forma. De nada adianta você investir em fundos que não conhece e que não entende. Pesquise sempre, pergunte e jamais apenas invista baseado em dicas.
Por isso, aqui vou sempre fazer referência a páginas na internet, onde o conteúdo pode ser melhor exemplificado. Desejo boa sorte a todos aqueles que querem aumentar seu capital e um dia tornar-se independente financeiramente.