sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Stop
Para quem não sabe, é possível estabelecer um ponto de saída de uma poisição, tanto na perda quanto no ganho. Todo Home Broker que se preze vem com essa facilidade. Basta você estabelecer um preço para a atuação. Quando as negociações atingirem esse limite, uma ordem automática é disparada e enviada à bolsa.
Existem, basicamente, dois tipos de stops. O stop loss e o stop gain. O primeiro é para que o trader possa estabelecer o máximo de perda. Quando você compra uma ação e quer perder no máximo 2%, então você faz o cálculo para saber qual o valor dessa perda em reais e depois cadastra no Home Broker.
É necessário colocar dois valores. O primeiro é o ponto de disparo, apenas serve como gatilho, não representando o valor da ordem que será enviada. Portanto, esse valor precisa ser informado também. Por exemplo, comprou-se ação da Petrobras a R$ 30,00. O valor do stop deverá ser de 2%, ou R$ 0,60. Cadastramos R$ 29,40 para o disparo e R$ 29,38 para a ordem que será enviada.
Já o stop gain funciona de maneira inversa. Quando o ativo atinge um patamar que satisfaça nossa meta de lucro, uma ordem é enviada e vendemos o papel e colocamos o lucro no bolso. Esse é menos utilizado, pois pode limitar muito os ganhos, mas dependo da estratégia, pode ser usado. O gatilho é acionado quando as negociações superam o valor estipulado.
Devemos cadastrar o stop loss logo após a compra ser efetivada. Jamais devemos deixar de fazê-lo, pois a tentação de não vender um ativo com prejuízo é muito grande. Chega a ser incontrolável na maioria das vezes. E, pode-se ter uma certeza, nenhum valor é tão baixo que não possa ser superado, a não ser o zero. Mas aí já vai ser tarde demais.
Lógico que os stops têm inconvenientes. Algumas vezes acontece de o mercado chegar até o valor cadastrado, a ordem ser enviada, fechar o negócio, e depois ele volta a subir e você fica de fora. Por isso, muitos traders avaliam suas posições de stop não por porcentagem, mas pela análise de suportes. Não é uma tática infalível, mas dá maior proteção contra esse tipo de evento.
Uma coisa é certa, negociar sem stop, é como viajar em barco sem bote salva-vida. Se ele afundar, você vai junto e depois fica difícil voltar ao topo. Portanto, seja prudente e não fique desprotegido, use sempre um stop.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Aprender primeiro
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Google, Apple e MacDonald's ao alcance do seu bolso
segunda-feira, 1 de março de 2010
Qual minha ação.
A minha estratégia de momento na Bovespa é comprar e manter uma carteira. Já fiz compra e venda mais rotineiramente, mas percebi o quanto é difícil acertar os momentos do mercado. É claro que quando um período de baixa começa, seus lucros vão embora.
Nesse momento, você tem duas saídas: ou vende ou protege. No momento, estou utilizando a segunda opção. Para proteger sua carteira – também conhecido como hedge – pode-se usar Opções ou contratos futuros do Ibovespa.
Para saber mais sobre Opções você pode acessar vários sites sobre o assunto. No início parece complicado, mas depois de alguns exemplos e explicações mais detalhadas, consegue-se aprender e entender como negociá-las.
Para proteger a carteira, você também pode vender contratos futuros do Ibovespa. Para pequenos investidores, o mais recomendado é o mini-contrato. Exigem menos garantias e funcionam do mesmo jeito. Se o índice da bolsa cair, o que sempre acontece nos períodos de baixa do mercado, você embolsa os lucros dessa venda, comprando de volta quando o mercado sinalizar um reversão altista.
Claro que você vai precisar estudar mais sobre o assunto, além de consultar um bom operador e tirar sua dúvidas. Bons negócios.
Opções
Abaixo publico uma lista de sites que tratam de Opções. Uma boa maneira de incrementar sua receita mensal no mundo das ações.
Brincando de investir
O que acha de receber R$200.000,00 pra investir na bolsa? Acha bom? Então basta acessar o Folhainvest. Lá você vai preencher um cadastro e depois já pode começar a negociar na Bovespa. Claro, tudo de mentirinha.
Sem dúvida é uma boa oportunidade para testar suas estratégias, ou mesmo ter certeza se aprendeu todas as teorias sobre o mercado de ações. Tudo funciona com as cotações reais, e todas as suas ordens são processadas como se fossem reais. Apenas, não há dinheiro real envolvido.
Existem vários recursos, como start de compra, stop de venda, além de compras e vendas com preços estabelecidos ou a mercado.
Como se trata de um jogo, há alguns prêmios para os melhores do mês e do ano. Esses prêmios vão de cursos na Bovespa até viagens grátis. Não tenho a menor dúvida de que vale a pena conferir.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Análise Gráfica
Das duas vertentes de análise de investimento em ações, vou tratar aqui da gráfica. Sem dúvida a mais controversa, já que não há nenhum comprovação científica da sua eficácia. Entretanto, ela é muito difundida e pode ajudar muito o investidor na hora da decisão.
A máxima de um grafista é que não há nada além do gráfico. Tudo já está precificado nele, todas as notícias ou acontecimentos já estão presentes nele. Portanto, basta analisá-lo para decidir pela compra ou venda de um ativo.
Outro princípio é que os preços andam em tendências. E só existem três: de baixa, e alta e lateral. Muitos acham que os preços se movimentam mesmo de forma aleatória, sem tendências. Mas, basta olhar para um gráfico, e notar as tendências facilmente.
O terceiro princípio é que o futuro repete o passado. Os gráficos apresentam figuras que se repetem e indicam as tendências e suas reversões.
Sugiro a todos vocês que comecem com um curso sobre essa vertente. Pode ser muito gratificante e lucrativo esse estudo. Além de ser divertido, já que podemos descobrir um mundo que nem imaginávamos que existia.
Aqui tenho algumas sugestões de curso:
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
comprar e vender ou manter? Eis a questão!
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Quebrando em casa
sábado, 16 de janeiro de 2010
Corretoras
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Entrar em ação 2: fundo ou compra direta?
Entendo que aqui está uma questão de tempo. Os aplicadores geralmente têm um emprego ou uma atividade principal. Com isso, não possuem tempo suficiente para aprender como lidar com a compra de ações. Podem, é verdade, delegar a função para algum corretor, mas mesmo assim, a decisão da compra ou da venda sempre vai ser tomada pelo investidor. E o desconhecimento aqui se torna crucial.
Negociar diretamente na bolsa requer o que muitos chamam de timing. Saber a hora exata de comprar ou vender um papel é o que distingue os que terão sucesso dos outros. É uma tarefa difícil. A maioria dos investidores entra na fase da euforia, vão junto com a manada. Mas é justamente nessa fase que os sábios estão saindo e os preços vão cair. Vem então a fase do desespero e do prejuízo.
Entretanto, residem aqui as maiores oportunidades. As melhores chances para se conseguir abocanhar um grande filão, ou mesmo obter pequenos lucros no dia-a-dia, que farão a diferença no final do mês.
Você vai ter que dedicar bastante tempo aprendendo sobre as teorias grafistas, saber ler seus significados e padrões de comportamento. Os gráficos são os melhores aliados nesse momento. Eles indicam a melhor hora para se negociar um papel, sendo uma grande ferramenta para o investidor. Pode-se encontrar material farto sobre esse assunto na internet.
Já para aqueles que querem algo mais calmo, mais tranquilo, sem dúvida os fundos são o melhor caminho. São geridos por pessoas com profundo conhecimento do assunto e possuem equipes de análises e buscam sempre comprar ações das melhores empresas. Para prestar esse serviço, cobram uma taxa anual, descontada todo mês do patrimônio líquido do fundo. Fica em torno de 2 a 4%, portanto, uma pesquisa aqui é recomendada.
A grande diferença entre o fundo e a compra direta é que na primeira opção você poderá investir em muitas empresas. Os fundos sempre buscam diversificar para conseguir uma melhor performance. Quando você negocia diretamente as ações com a mesma quantia que faria em um fundo terá menos papéis na sua carteira. Por que isso ocorre?
No fundo você adquire cotas e não propriamente as ações das empresas. Por isso pode começar a investir até com R$ 100,00. Na compra direta você precisa começar pelo menos com R$ 3000,00.
Existem várias outras considerações para se levar em conta na hora dessa escolha. E, lógico, uma não exclui a outra. Se tiver capital suficiente pode testar as duas opções e ver qual melhor se enquadra no seu perfil. Hora de arregaçar as mangas e começar o trabalho, mas não se desespere sempre haverá oportunidades na bolsa, não importa o momento em que você entra e sim as boas escolhas que fizer. Boa sorte!
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Entrar em ação
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Ibovespa

sexta-feira, 19 de junho de 2009
Fundos imobiliários
Quem decide por adquirir um imóvel para lucrar com aluguel, pode até ver esse rendimento ficar aquém da inflação. Isso ocorre principalmente onde o preço de aquisição for elevado. Quem decide ir por esse caminho, melhor que o faça com imóveis comerciais, pois são mais baratos e o aluguel, geralmente, é mais elevado.
Uma boa estratégia são os leilões ou compra de carta de créditos de consórcios. Aqui consegue-se um bom desconto na aquisição e uma revenda se mostra um bom negócio.
Quem quer viver de renda com imóveis, vale a pena dar uma conferida nos fundos imobiliários. Mesmo aqueles que não dispõem de uma quantia elevada podem entrar nessa negociação. Aqui, não se adquire todo o imóvel, mas apenas uma fatia dele, chamada cota.
Essa mesma cota pode ser negociada na Bovespa, já que o fundo não recompra a parte do investidor, por ser um fundo fechado. Mas, em alguns deles a liquidez é muito boa. Existem hoje vários fundos desse tipo. O melhor é conseguir comprar quando do lançamento, pois a cota está com valor mais baixo e rentabilidade dela será maior.
Todos os imóveis que fazem parte do fundo são alugados e é esse valor que se rateia entre os cotistas. Chega a dar de 0,8 a 1% de rendimento, e o melhor: não é cobrado imposto de renda.
Várias corretoras já estão negociando os fundos imobiliários. Uma rápida consulta na internet e podemos encontrar vários sites que tratam do assunto. Portanto, mãos-a-obra.
terça-feira, 26 de maio de 2009
O que é?
Todo investimento pressupõe que a pessoa obtenha renda através dele. Por isso tudo aquilo em que você coloca seu dinheiro, e este não lhe traz nenhuma renda não pode ser cosiderado investimento. Por exemplo, ao comprar a casa onde você vai morar, você não está investindo. Nenhuma renda vai ser auferida desse patrimônio adquirido. Claro, que o fato de se adquirir a casa própria é um sonho, uma necessidade, mas sempre será um fim. Comprar algo só porque está mais barato e você "precisa" adiquirir aquele bem, tão pouco é investir. Isso é apenas uma redução de despesa, que é, certamente, o caminho para ter mais dinheiro sobrando e alocá-lo em algo rentável.
Esse é sem dúvida o primeiro conceito a ser firmado na mente, o primeiro passo nessa longa jornada rumo à independência financeira.
domingo, 3 de maio de 2009
Investimentos
Por isso, aqui vou sempre fazer referência a páginas na internet, onde o conteúdo pode ser melhor exemplificado. Desejo boa sorte a todos aqueles que querem aumentar seu capital e um dia tornar-se independente financeiramente.



